Para 35 garotas "A seleção" é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de 16~20 anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe, é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de se alçada de um mundo de vestidos deslumbrantes e jóias valiosas. De morar em palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
A seleção de Kiera Cass, me surpreendeu bastante, estava com baixas expectativas por dois motivos: é uma distopia, e eu não sou muito fã do mundo distópico e vi váááárias resenhas negativas sobre o príncipe Maxon, então adiei esse livro por bastante tempo, e me pergunto o que eu tinha na cabeça pra não tê-lo lido antes.
A minha primeira impressão ao começar a ler o livro, foi lembrar de "Jogos Vorazes", as histórias são totalmente diferentes, porém há pontos que se cruzam, e não tem como você não lembrar da série de Suzanne Collins. O livro contém os elementos base para o mundo distópico: o governo, no caso, o reinado, impondo suas regras e as castas (não sei se nos outros livros são assim, mas os que eu li : Jogos Vorazes, delírio e estilhaça-me, esses são os elementos básicos da distopia) .
Kiera Cass me surpreeendeu, ao não focar somente na "rebeldia" contra o "governo", mas ao focar-se no romance, deixando a história mais leve e gostosa de se ler. O livro contém 361 páginas, diagramação ótima, o tamanho das letras confortável para os olhos e páginas amarelinhas ( <3 <3 <3), só tenho elogios a fazer À Editora Seguinte, e quanto ao segundo livro da série, eu realmente estou com as minhas expectativas lá no alto.
Livro mais que recomendado se você gostar desse mundo distópico e um pouco de romance, pra adocicar esse cenário de rebeliões.
Beijinhos,
Bárbara Marcella



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