A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz. Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hopesdada. Perfeito! Agora os outros funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando casa vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.
Ler os livros de Sophie Kinsella é garantia de gargalhada, ás vezes um pouco de emoção, e com "Fiquei com seu número", não é diferente. O livro gira em torno de Poppy Wyatt, que está prestes a se casar, um anel sumido, um celular encontrado no lixo e Sam Roxton, dono do celular.
Agora que me acalmei um pouco,começo a ter pensamentos assassinos. Aquele cara de capuz se dá conta de que arruinou minha vida? Será que ele percebe o quanto um celular é crucial? É a pior coisa que se pode roubar de alguém. A pior.Durante o desenrolar da história, percebemos o quão próximos se tornam Poppy e Sam, cada qual com seus problemas. Poppy me cativou muito, com seu jeito espontâneo, divertido e ao mesmo tempo reservado de ser, me identifiquei muito com a personagem, ri horrores com seus micos e suas trapalhadas.
Não tenho ideia do que dizer depois. Não falo jaopnês, não sei nada sobre negócios japoneses nem sobre a cultura japonesa. Além de sushi. Mas não posso exatamente ir até ele e dizer "sushi" do nada. Seria como chegar perto de um executivo americano bambambã e dizer "hambúrguer".Magnus perdeu muitos pontos comigo, ele é o típico canalha e Sam Roxton, apesar do jeito durão, grosso e reservado, ele foi me conquistando aos pouquinhos, durante a história, percebemos seu desenvolvimento moral tanto com as pessoas ao seu redor, quanto com Poppy, o que nos mostra que nem sempre um cara grosso, pode ser o vilão.
Sophie conseguiu montar uma história em que você se surpreeende com os caminhos que ela toma, afinal, nunca, em um milhão de anos, eu ia pensar no que iria acontecer, eu estava imaginando coisas totalmente diferentes do qual ela desenrolou o livro. O desfecho é óbvio, mas os acontecimentos por trás dele, te prende até a última página.
Dei quatro estrelinhas para o livro, não porque o livro é ruim, mas por causa da diagramação, havia muitos erros de digitação que a editora deixou passar, mas isso é o de menos, você consegue entender a história e garanto que vai se apaixonar.

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