Lola e o garoto da casa ao lado - Stephanie Perkins

"A designer - revelação Lola Nolan não acredita em moda... ela acredita em trajes. Quando mais expressiva for a roupa - mais brilhante, mais divertida, mais selvagem - melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket  - um inventor habilidoso - sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa consiliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado." (by : Skoob) 

Última resenha do ano,e por ser a última escolhi o livro de uma das minhas autoras favoritas e tenho orgulho em dizer que eu não me arrependi. Perkins novamente está de PARABÉNS! Que livro perfeito, amei. Bom, dei 5 estrelas pro livro, daria muito mais, porém o skoob só permite 5. 

A leitura é bem leve, rápida e prazerosa, diagramação simples, porém ótima. A estória pra ficar mais perfeita ainda, conta com a aparição de Anna e St Clair ( personagens principais de Anna e o Beijo Francês). A cada página que ia passando eu me apaixonava por Cricket assim como Lola e começava a achar o Max um "badass". Meu ódio por Calliope ainda permanece, por mais que no final da estória ela se torne gentil, digamos assim, para não dar spoilers. 

O final é simplesmente ótimo, os personagens e a história se encaixam perfeitamente bem. Li o livro em um dia e meio, terminei a história e fiquei : " o quê? Já? Quero maaaaaaaaaaaaaais!!". Espero que Stephanie continue escrevendo mais romances desse jeito, pelo qual você vai se apaixonando à medida que os personagens *--*. É um livro que recomendo à todos, leiam, vocês não irão se arrepender. 

Beijinhos, 
Bárbara Marcella

A fada e o Bruxo - F.Medina

"Em um universo paralelo, uma história de amor. Com o coração oprimido, uma pessoa capaz de tudo em favor de sua paixão, observa o romance proibido entre uma fada e um bruxo. E você, até onde iria por amor? Conheça o universo de Ivi e sua estranha relação com o planeta Terra. "  (by: skoob) 

A história fantástica do livro "A fada e o Bruxo" se passa em um universo paralelo conhecido como Ivi. Ivi é um planeta "protetor" da Terra, descrevemos assim. A história conta o romance proibido entre Aiden, o bruxo miravix de Genêsis e Ava, a futura rainha das Fadas de ErasBlack. Os dois se apaixonam, porém esse amor proibido os levam a enfrentar diversas aventuras pra ficarem juntos, será que isso será possível? Não entrarei mais em detalhes para não dar spoilers e deixá-los com aquele gostinho de "quero ler" :D. 

No começo, não estava coneguindo me conectar com a história, não porque o início é chato, não mesmo, é porque minha vontade de ler se esvaiu e eu não estava conseguindo me concentrar na história, mil e uma coisas passavam pela minha cabeça no momento da leitura, porém, nesses últimos dias, consegui me concentrar e leitura fluiu muito bem. 

Adorei a trama, o autor não se perdeu durante a história, conseguiu dar à cada personagem uma importância significante para o desenrolar da história. Dei quatro estrelas paraa o livro, pois senti falta de uma química à mais entre Ava e Aiden, e também senti falta de um pouco de força de vontade de Emma em relação à Aiden. Durante a leitura percebi alguns erros que também não foram satisfatórios, porém não deixaram com que a história fosse fraca, esperando ansiosa por A fada e o Bruxo II, espero ser tão bom quanto o primeiro. 

Beijinhos, 
Bárbara Marcella 

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Skoob
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As vantagens de ser invisível - Stephen Chbosky


"Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amoros, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e contrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlies endereçadas a um amigo que não se sabe se é real ou imaginário. Íntimas, hilariantes, ás vezes devastadoras, as castas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível À espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo" 

" Nossa, uau, que livro!" foram as minhas expressões quando terminei de lê-lo, o que são 5 estrelinhas em comparação a esse livro, ele já se tornou meu favorito do ano, deixando em segundo lugar "Anna e o beijo francês". A história de Charlie é contada através de cartas, endereçadas à um amigo, e no começo eu me perguntei "quem é esse amigo?", juntamente com essa pergunta eu logo pensei em Michael, mas com o passar da leitura, era como se essas cartas fossem para mim. Sim, eu acho que as cartas são endereçadas para o leitor e eu achei o máximo isso do autor ( se for isso que estou pensando, claro). O livro me tocou de uma maneira que eu não sei explicar, me fez querer me sentir "infito" também, vai ser um dos poucos livros que vou fazer questão de reler para tentar compreender mais ainda e sempre recomendar à alguém.

Charlie é um personagem que sofre de depressão, pode-se perceber isso durante a leitura e é um rapaz muito sozinho, claro que revelções ao final do livros, e flashs do que aconteceu com ele adicionam para a construção da sua personalidade: quieto, sozinho, introspectivo e tímido, mas com a cabeça à mil. 

Ele acaba conhecendo Sam e Patrick, os quais o fazem se sentir parte de algo, o faz querer se sentir "infinito". Junto com essas amizades, Charlie descobre coisas que nunca havia sentido antes, como o primeiro amor, o primeiro contato com drogas, a sexualiadade, entre outras coisas que você descobrirá lendo! 

O autor está de parabéns por conseguir te prender do começo ao fim, sem querer parar, falo isso por experiência própria, li o livro em um dia, e também por retratar muito bem o vaivém dos sentimentos de uma pessoa depressiva. Me identifiquei muito com o Charlie em algumas partes. Também está de parabéns pela abordagem de temas como a : sexualidade, drogas e paixões na adolescência. 

Quem ainda não leu o livro está perdendo, eu ainda não vi o filme, mas se for tão bom quanto o livro, eu ficarei muito feliz. Então para esse Natal recomendo que escolham "as vantagens de ser invisível" como presente, vocês não irão se arrepender. 

Beijinhos, 
Bárbara Marcella 


On the road - Jack Kerouac


 "Sal Paradise é o narrador de On the Road - pé na estrada. Ele vive com sua tia em New Jersey, Estados Unidos, enquanto tenta escrever um livro. Ele é inteligente, carismático e tem muitos amigos. Até que em Nova York ele conhece um charmoso e alucinante andarilho de Denver de personalidade magnética chamado Dean Moriarty. Dean é cinco anos mais novo que Sal, mas compartilha o seu amor por literatura e jazz, e a ânsia de correr o mundo. Tornam-se amigos e, juntos, atravessam os Estados Unidos, deparando-se com os mais variados tipos de pessoas, numa jornada que é tanto uma viagem pelo interior de um país quanto uma viagem de auto-conhecimento - de uma geração assim como dos personagens" 

Jack Kerouac, Jack Kerouac ... o que eu faço com você homem? Bem eu me decepcionei super ultra mega power DEMAIS! Sei que tem muita gente que adora esse livro, que é o seu livro favorito, mas eu não consegui. Gente, o livro é muito chato! 

Concordo que o livro é uma viagem de auto-conhecimento, em alguns aspectos, porém em outros sou um tanto contra. O livro é dividido em 5 partes, na primeira parte, eu já comecei a não gostar, não conseguia avançar, a história não me prendeu. Resultado, terminei o livro UM MÊS depois, todos que me conhecem, sabe que eu leio uns 4/5 livros por mês, mas esse foi simplesmente sacrificante e como eu não gosto de não ler livros q eu resolvi me desafiar e lê-lo. 

Durante o passar sacrificante de páginas, eu começava a me irritar com os personagens, eu acho que um dos poucos pontos positivos desse livro, porque, Kerouac conseguiu me colocar no local onde Sal e Dean passavam, conseguia sentir o que eles sentiam, tanto que comecei a sentir nojo. Muitas drogas, sexo adoidado com diversas mulheres, zilhões de filhos por aí, o ardor do trabalho para conseguir alguns trocados para comer, começou a me deixar enjoada. Eu não tenho nem palavras para descrever o que eu sentia com o passar do livro. 

O livro é basicamente resumido em viagens pelos Estados Unidos, diversas vezes ( eu sei os estados dos EUA agora -.-) até que eles resolvem ir ao México, o que não demora muito, porque eles resolvem atravessar os EUA novamente ( pelo amor do amor isso já tava me irritando e MUITO!), sexo, drogas, bebidas, noitadas e miséria. Percebe-se algum romance, mas muito pouco entre alguns personagens e também a indecisão dos sentimentos de Dean.

Não recomendo esse livro pra pessoas que não curtem o tipo de narração que é a de Kerouac, rápida, "desleixada", e em primeira pessoa, e para pessoas que não vão entender o que o autor quis passar. Eu para ser sincera, não entendi muito bem o que ele quis transmitir, nem o porquê de tantas voltas pelos EUA, mas se você quiser um livro que seja desafiador, sugiro que tire um tempo e o leia. Dei uma estrelinha para o livro, não por ignorância minha, mas não é meu tipo de literatura e não vi sentido nenhum na história, respeito quem gosta desse livro e mais ainda quem o entendeu. 

Beijinhos,
Bárbara Marcella  


Relatos de uma mente confusa

Boa noite, zumbies! Ou seria Bom dia? Na maior parte do mundo já é considerado de manhã. Bem não é sobre isso o post mas sim, sobre os brasileiros. Muitas pessoas sabem que eu assisto muitos vlogs, leio jornal e até assisto de vez em quando, pois bem, nas notícias ultimamente tem se destacado a "guerra" no Oriente Médio e a tão "esperada" Copa do Mundo, no Brasil, em 2014, e com isso a escolhe do nome do mascote. 

Eu particularmente achei que fizeram uma escolha razoavelmente boa para o mascote, porque do jeito que brasileiro é, achei que seria uma capivara o mascote! E aí, me aparece a globo com a votação para o nome do mascote, ambos os nomes escolhidos na minha opnião foram RIDÍCULOS! E aí vem a população brasileira e começa a envergonhar mais ainda o país escolhendo simplesmente FULECO pro nome do mascote, e é nesse ponto que eu me pergunto :" VOCÊS SÓ PODEM ESTAR DE BRINCADEIRA, NÃO?". 

Primeiramente, brasileiro faz música prostituindo as mulheres brasileiras e as tais ainda acham demais, segundo, os brasileiros elegem um humorista para o cargo de deputado, pelo amor de Deus, quem vai ser o prefeito agora? Patati e Patatá? e em terceiro lugar, resolvem simplesmente chamar o mascote da copa do mundo de "orificio do ânus?". É isso mesmo produção? * joga tudo pro ar e pega um avião pra grécia*. Na boa galera, eu sei que não tem nada a ver, e que é mistura de futebol + ecologia, ou seja lá o que quiseram fundir aí, mas concorda comigo que fuleco parece outra coisa? 

Todo mundo sabe que eu não sou patriota, nasci no Brasil, isso é um fato, mas tem certas coisas que brasileiros fazem que me envergonham. Sim, todos os países tem suas coisas boas e ruins, isso é mais do que óbvio, mas sejamos sinceros, brasileiro é muito palhaço, a maioria tá mais preocupada com o preço da caipirinha no mercado, do que realmente com a melhoria do país. 

Peço encarecidamente que não me atirem pedras por causa do post, mas ando muito confusa e com medo de onde diabos o Brasil vai parar. É muita robalheira, muito "jeitinho brasileiro" sendo visto por aí, muita má-educação, muita burrice, se me permitem extravasar um pouco, ou estou mentindo? 

Um exemplo claro dessa má-educação/burrice, é as enchentes que acontecem em alguns estados, inclusive o meu. Cara, se a população fosse um tanto educada, não teria esse montoeiro de lixo dos esgotos pra inundar a cidade, certo ou errado? E ainda fazem questão que o governo dê uma casa mobiliada pra eles, por causa da falta de educação que tem, mas trabalhar que é bom, ninguém quer ne? Isso me deixa fula da vida. 

O que custa trabalhar? Se fosse por mim, eu ficava em casa o dia todinho, comendo, vendo tevê, na internet e dormindo. Coisa boa? Sim, claro! Não nego, mas eu gosto de ter o que fazer no meu dia-a-dia, eu gosto de aprender coisas novas, de socializar, de ter um pouco de conteúdo, de ao menos saber falar meu idioma corretamente. 

Fico indignada com isso do povo brasileiro, e aí o que fazem? Culpa do governo. Olha, não sou a favor do governo de robalheiras que existe no Brasil, mas quem tem um pouco de inteligência tem que concordar que o tal governo não tem culpa da preguiça da população ne? Pelo amor, acorda Brasil! --'  

ps: perdoem-me se me exaltei, perdoem-me com minhas girías ou se insultei o país, mas são só relatos de uma mente confusa. 
Beijos, 
Bárbara Marcella