A probabilidade estatística do amor à primeira vista - Jennifer.E. Smith


 Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.

A probabilidade estatística do amor à primeira vista, tem uma premissa clichê e chatinha. A história começa com Hadley, uma garota de 17 anos, que está preste a viajar para participar do casamento do seu pai, na Inglaterra. Por 4 minutos, ela perde o voo, porém, esses 4 minutos mudaram a vida dela, afinal ela conhece Oliver, que coincidentemente embarcaria no mesmo voo que ela.

- A senhora poderia dar uma olhada na minha mala? – pergunta. A mulher fica segurando as agulhas de crochê e franze a testa.- Você não deveria fazer isso – diz enfaticamente.- É só por um ou dois minutinhos – explica Hadley.A mulher balança a cabeça como se não quisesse fazer parte das consequências do ato de Hadley.- Eu posso tomar conta – diz o garoto.Hadley olha pra ele – olha de verdade – pela primeira vez. Seu cabelo é escuro e meio grande demais, e há migalhas na frente da camisa, mas ele tem alguma coisa interessante. Talvez seja o sotaque, que, com certeza, é britânico, ou a boca tensa, evitando um sorriso. – Pág 21.

O livro é um daqueles que eu normalmente recomendo para ler numa tarde, quando não tem nada pra fazer. A história é bobinha, mas ao mesmo tempo fofa, um fato curioso e que eu adorei da autora é o espaço de tempo. O livro é narrado detalhadamente num espaço de tempo de 24 horas, no qual, a autora conseguiu passar o que ela queria, sem muitos contratempos, de uma forma objetiva, porém explicativa na medida certa, sem te deixar perguntas e com aquele “quê” de “essa história não está coesa”.

A narrativa da autora, é leve, fluida, rápida e objetiva. A diagramação está maravilhosa, como sempre a galera Record está de parabéns com seus livros. Capa simples, porém bonita. Folhas amarelas e fonte confortável para a leitura.

No meu ponto de vista, a história poderia ser mais explorada, com o livro um pouco mais grosso, achei uma história regular e fraca, dei 2 estrelinhas, recomendo se você quiser ler algo do tipo “histórias água com açúcar”. 

Beijinhos, 
Bárbara Marcella 


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