"Ao mesmo tempo engraçado e atordoante, o livro reúne as cartas de Charlie, um adolescente de quem pouco se sabe - a não ser pelo que ele conta ao amigo nessas correspondências -, que vive entre a apatia e o entusiasmo, tateando territórios inexplorados, encurralado entre o desejo de viver a própria vida e ao mesmo tempo fugir dela. As dificuldades do ambiente escolar, muitas vezes ameaçador, as descobertas dos primeiros encontros amoros, os dramas familiares, as festas alucinantes e a eterna vontade de se sentir "infinito" ao lado dos amigos são temas que enchem de alegria e angústia a cabeça do protagonista em fase de amadurecimento. Stephen Chbosky capta com emoção esse vaivém dos sentidos e dos sentimentos e contrói uma narrativa vigorosa costurada pelas cartas de Charlies endereçadas a um amigo que não se sabe se é real ou imaginário. Íntimas, hilariantes, ás vezes devastadoras, as castas mostram um jovem em confronto com a sua própria história presente e futura, ora como um personagem invisível À espreita por trás das cortinas, ora como o protagonista que tem que assumir seu papel no palco da vida. Um jovem que não se sabe quem é ou onde mora. Mas que poderia ser qualquer um, em qualquer lugar do mundo"
" Nossa, uau, que livro!" foram as minhas expressões quando terminei de lê-lo, o que são 5 estrelinhas em comparação a esse livro, ele já se tornou meu favorito do ano, deixando em segundo lugar "Anna e o beijo francês". A história de Charlie é contada através de cartas, endereçadas à um amigo, e no começo eu me perguntei "quem é esse amigo?", juntamente com essa pergunta eu logo pensei em Michael, mas com o passar da leitura, era como se essas cartas fossem para mim. Sim, eu acho que as cartas são endereçadas para o leitor e eu achei o máximo isso do autor ( se for isso que estou pensando, claro). O livro me tocou de uma maneira que eu não sei explicar, me fez querer me sentir "infito" também, vai ser um dos poucos livros que vou fazer questão de reler para tentar compreender mais ainda e sempre recomendar à alguém.
Charlie é um personagem que sofre de depressão, pode-se perceber isso durante a leitura e é um rapaz muito sozinho, claro que revelções ao final do livros, e flashs do que aconteceu com ele adicionam para a construção da sua personalidade: quieto, sozinho, introspectivo e tímido, mas com a cabeça à mil.
Ele acaba conhecendo Sam e Patrick, os quais o fazem se sentir parte de algo, o faz querer se sentir "infinito". Junto com essas amizades, Charlie descobre coisas que nunca havia sentido antes, como o primeiro amor, o primeiro contato com drogas, a sexualiadade, entre outras coisas que você descobrirá lendo!
O autor está de parabéns por conseguir te prender do começo ao fim, sem querer parar, falo isso por experiência própria, li o livro em um dia, e também por retratar muito bem o vaivém dos sentimentos de uma pessoa depressiva. Me identifiquei muito com o Charlie em algumas partes. Também está de parabéns pela abordagem de temas como a : sexualidade, drogas e paixões na adolescência.
Quem ainda não leu o livro está perdendo, eu ainda não vi o filme, mas se for tão bom quanto o livro, eu ficarei muito feliz. Então para esse Natal recomendo que escolham "as vantagens de ser invisível" como presente, vocês não irão se arrepender.
Beijinhos,
Bárbara Marcella

Eu ne falo. Sou mega suspeita para falar desse livro. Ele e A Corrida do Escorpião foram os meus prediletos desse ano.
ResponderExcluirCharlie é denso, tenso, incrível!
Sou apaixonada pelo mundo que o autor colocou ao redor do personagem. O quanto que ele se faz presente na vida das pessoas, e quase nunca falando nada. Amooo
www.terradecarol.blogspot.com
Te entendo bem, não sei nem como descrever esse livro amei demais, ainda não li A corrida do Escorpião, mas lerei :) ... já esto seguindo seu blog, beijinhos xx
Excluir